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A coragem de florescer no deserto
Há algo profundamente humano (e desconcertante) na nossa condição: somos capazes de imaginar o infinito, mas tantas vezes escolhemos habitar o mínimo. O ser humano constrói cidades, ergue pontes, cria arte que atravessa séculos, desenvolve tecnologias que desafiam a própria natureza. Somos engenhosos, criativos, resilientes. E, no entanto, individualmente, quantos vivem aquém da própria força? Não por falta de talento. Não por ausência de capacidade. Mas por medo. Por inércia
1 de dez. de 20252 min de leitura
Como entrevistar um populista que vive de histeria
(um guia práctico) Este guia mostra como o populismo explora os atalhos do nosso cérebro e porque é que o jornalismo precisa de aprender a neutralizá-los. O espaço público está a ser colonizado por truques de psicologia barata. Políticos Populistas (como André Ventura e outros) não ganham apenas no que dizem, mas sobretudo na forma como o nosso cérebro reage ao que dizem: exploram atalhos mentais, como a heurística da disponibilidade , distorcem a nossa percepção do risco, us
15 de nov. de 202527 min de leitura
O Verdadeiro Local de Trabalho é a Nossa Mente
Há dias cruzei-me com um jovem em profunda tristeza. Desabafou que tinha acabado de abandonar a empresa onde trabalhava e não teve...
19 de set. de 20252 min de leitura
A Mente na Era do ChatGPT: O Perigo da Dívida Cognitiva
Estudo do MIT revela que usar IA para escrever ensaios reduz a atividade cerebral e a memória, gerando uma "dívida cognitiva". Os textos tornam-se homogéneos e os utilizadores perdem o sentido de autoria.
7 de set. de 20255 min de leitura
O Homo Novus
Este texto apresenta uma conversa entre o autor (Jorge Van Krieken) e uma Inteligência Artificial.
O diálogo explora o caminho da evolução humana e tecnológica até à fusão que dá origem a uma nova etapa: o Homo Novus.
16 de ago. de 202525 min de leitura
Redes sociais: quem está a pensar por ti?
O algoritmo sabe mais sobre ti do que imaginas: que vídeos te fazem rir, que notícias te indignam e até quando estás mais frágil para clicar. Não quer informar, mas prender-te. Emoções vendem, a verdade dilui-se e, no fim, já não pensas por ti — estás a ser pensado.
15 de ago. de 20256 min de leitura
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